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Reforma Tributária: 10 respostas para as principais dúvidas das grandes empresas

A Reforma Tributária representa a maior transformação do sistema fiscal brasileiro nas últimas décadas. Para grandes empresas, o impacto vai muito além da substituição de tributos: envolve mudanças profundas em processos, sistemas, governança e estratégia fiscal.

Mesmo com o avanço das regulamentações, muitas dúvidas seguem presentes no dia a dia das organizações. A seguir, reunimos 10 respostas objetivas para as principais questões enfrentadas por grandes operações, com foco prático e visão de longo prazo.


1. O que muda, na prática, com a Reforma Tributária para as grandes empresas?

A principal mudança é a substituição de tributos sobre o consumo por dois novos impostos: IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).
Na prática, isso altera:

  • A lógica de apuração (mais integrada e assistida);
  • O volume e o detalhamento das informações fiscais;
  • As validações nos documentos fiscais eletrônicos;
  • A relação entre ERP, solução fiscal e Fisco.

Para grandes empresas, o desafio não é apenas entender a regra, mas operar com estabilidade em um ambiente mais fiscalizado e orientado por dados.


2. Quando a Reforma Tributária começa a impactar a operação?

O impacto operacional começa antes da cobrança efetiva.
A partir de 2026, IBS e CBS entram em fase informativa, exigindo:

  • Adequação de layouts;
  • Preenchimento de novos campos;
  • Apuração sem recolhimento, mas com envio obrigatório das informações.

Ou seja: os sistemas precisam estar preparados antes da arrecadação começar.


3. Em 2026 haverá cobrança de IBS e CBS?

Não.
Em 2026, a apuração será exclusivamente informativa, sem geração de tributo a pagar.
No entanto, essa fase é estratégica, pois:

  • Permite testes operacionais;
  • Exige consistência de dados;
  • Serve como base para o modelo definitivo de arrecadação.

Erros nessa etapa tendem a gerar riscos quando a cobrança se tornar efetiva.


4. A Reforma Tributária elimina completamente o ICMS, PIS e Cofins?

Não de forma imediata.
A Reforma prevê um período de transição, no qual tributos atuais coexistirão com IBS e CBS. Isso cria um cenário híbrido, que exige:

  • Parametrizações fiscais mais sofisticadas;
  • Regras claras por período e operação;
  • Controle rigoroso para evitar sobreposição ou inconsistências.

5. Como fica a apuração de impostos com o novo modelo?

A apuração caminha para um modelo cada vez mais assistido e automatizado, baseado no cruzamento de dados enviados em tempo quase real.

Isso aumenta:

  • A necessidade de dados consistentes na origem;
  • O papel das soluções fiscais especializadas;
  • A importância de governança e monitoramento contínuo.

6. O ERP, sozinho, é suficiente para atender às exigências da Reforma?

Para grandes empresas, não.
O ERP continua sendo o sistema transacional, mas a complexidade fiscal exige uma camada fiscal especializada, capaz de:

  • Aplicar regras tributárias complexas;
  • Acompanhar atualizações legais;
  • Gerenciar validações, auditoria e rastreabilidade.

É nesse ponto que soluções fiscais como a Synchro se tornam essenciais.


7. A Solução Fiscal Synchro está preparada para a Reforma Tributária?

Sim.
A Synchro foi concebida para lidar com ambientes fiscais complexos, alta volumetria de dados e constantes mudanças legais.
O diferencial está em como a solução é implementada, parametrizada e sustentada ao longo do tempo, garantindo aderência contínua às novas exigências.


8. Quais riscos as grandes empresas correm se não se prepararem agora?

Os principais riscos são:

  • Instabilidade operacional;
  • Retrabalho no fechamento fiscal;
  • Inconsistências entre ERP, solução fiscal e obrigações acessórias;
  • Exposição a questionamentos futuros do Fisco.

Antecipar a preparação reduz custos, esforço interno e riscos operacionais.


9. Qual o papel da sustentação (AMS) no novo cenário tributário?

Com a Reforma Tributária, sustentação deixa de ser suporte técnico e passa a ser estratégia.
Um AMS especializado garante:

  • Aplicação controlada de atualizações legais;
  • Testes antes do go-live;
  • Ajustes contínuos de parametrização;
  • Estabilidade mesmo em cenários de transição.

10. Como a GESIF apoia grandes empresas nesse processo?

A GESIF atua de forma especializada na Solução Fiscal Synchro, apoiando grandes empresas em:

  • Implantação e revisão de operações fiscais;
  • Ajuste e validação das integrações com ERP;
  • Preparação para cenários híbridos e transição tributária;
  • Sustentação evolutiva (AMS) com foco em governança, previsibilidade e performance.

Nosso papel é transformar a Reforma Tributária em um processo estruturado, seguro e operacionalmente viável.


Conclusão: clareza hoje, estabilidade amanhã

A Reforma Tributária não é apenas uma mudança de regras — é uma mudança de lógica.
Empresas que tratam o tema de forma estruturada, com tecnologia adequada e método, atravessam a transição com mais segurança e menos impacto operacional.

A GESIF está preparada para apoiar grandes operações nesse novo cenário, com especialização, governança e foco em resultados.

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